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terça-feira, 8 de junho de 2010

Obsoleta?

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Enquanto um africano, canibal convertido, lia sentado a sua
Bíblia, um comerciante europeu passou e lhe perguntou o que estava fazendo. "Lendo a Bíblia" foi a sua resposta. "Este livro está obsoleto em meu país", disse o comerciante.
"Se
ele fosse obsoleto aqui", disse o africano,"você teria sido comido há muito tempo atrás."
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domingo, 6 de junho de 2010

A Bíblia é mais antiga que dizem

O consenso actual é que a Bíblia começou a ser redigida cerca de seis séculos antes de Cristo, contudo uma descoberta recente indica que poderá ter até mais quatrocentos anos.
Uma peça de barro com inscrições está na origem da nova teoria. O Prof. Gershon Galil conseguiu decifrar as inscrições, demonstrando que são uma forma muito primitiva de hebraico, o que em si mesmo constitui uma surpresa uma vez que se pensava que o hebraico escrito só tinha sido desenvolvido mais tarde.
O conteúdo, segundo Galil, “diz respeito a escravos, viúvas e órfãos”, e é típico de textos bíblicos, reflectindo ideias que eram completamente desconhecidas nas culturas circundantes, o que reforça a ideia de que terá sido inspirado pelo texto bíblico.
Até agora defendia-se que a bíblia não podia ter sido escrita antes do século VI a.C. porque só nessa altura é que surgiu o hebraico escrito, mas esta descoberta coloca em dúvida essa teoria.
O académico adianta que a descoberta foi feita numa pequena comunidade, pelo que se existiam escribas nessa zona é natural que a escrita já tivesse suficientemente desenvolvida para lidar com textos complexos como a Bíblia.

Renascença/Notícias Cristãs

JERUSALÉM, Israel — A mais antiga inscrição hebraica, que data do século X antes da era cristã, foi decifrada por uma equipe de arqueólogos, anunciou nesta quinta-feira o Departamento de Estudos Bíblicos da Universidade de Haifa (norte de Israel).
Segundo um comunicado da universidade, o arqueólogo israelense Gershon Galil conseguiu provar que a inscrição, feita a tinta em um fragmento de cerâmica, datado do reinado de David, é o mais antigo texto hebraico já descoberto.
O fragmento de 15 por 16,5 centímetros foi encontrado há um ano e meio, em escavações coordenadas por otro arqueólogo, Yosef Garfinkel, no sítio de Khirbet Qeyfa, perto do vale de Elah, na região de Jerusalém.
A inscrição fala sobre o tratamento dedicado aos pobres, escravos, estrangeiros, viúvas e órfãos, explica o comunicado.
As palavras utilizadas são especificamente hebraicas e os conceitos aos que se referem estão relacionados à Bíblia.

AFP/Notícias Cristãs



sábado, 11 de abril de 2009

Quarta-feira, 8 de Abril de 2009


Figuras jurídicas na Bíblia sagrada

Bíblia, do grego, “Biblion” (livro); com equivalência também em hebraico “Ha-serafim” (os livros). Conjunto de livros considerado sagrado por diversos religiosos. Livro mais vendido de todos os tempos. Primeira obra impressa no invento de Gutenberg. Verdadeiro manual de histórias, contos e estilo de vida. Sem sombra de dúvida, podemos dizer que a Bíblia Sagrada reúne em seu bojo lições primorosas de dezenas de ciências catalogadas pelo homem. Nesse best-seller, encontramos ensinos de História, Sociologia, Antropologia, Matemática, Botânica, Filosofia, Teologia, Engenharia, etc. Não podemos deixar de mencionar peremptoriamente que uma das ciências mais marcantes no texto bíblico é a ciência jurídica, isto é, o conjunto de normas e leis que aglutinam um corpo jurídico, com verossimilhança daqueles estudados nas Faculdades de Direito. Estão grafadas, de forma expressa, verdadeiras prescrições jurídicas encontradas até os dias tumultuados do século XXI. É impressionante como se vislumbram verdadeiros embriões de institutos e figuras jurídicas relatadas em nossas legislações pátrias atuais. No campo do Direito Constitucional, lemos claramente, em Deuteronômio, cap. 19, vers. 16 e 17, a mais pura e cristalina presença do Princípio da Ampla Defesa e do Contraditório, respaldado no art. 5º, LV, CF/88. Aliás, faz-se mister relatar que, ao longo do Pentateuco, primeiros cinco livros da Bíblia, há milhares de prescrições legislativas, nomeclaturando, assim, o quinto livro de “Deuteronômio”, que quer dizer, “segundas leis”. Isto é, segundo corpo de leis promulgadas pelo patriarca Moisés. Prosseguindo nas referências do Direito Constitucional, o Princípio preconizado no art. 5º, LIII, CF/88 encontra semelhança funcional em 2 Crônicas, cap. 19, vers. 8.No âmbito trabalhista-constitucional, o salário era tão resguardado como o disposto no art. 7º, X, CF/88, em Deuteronômio, cap. 24, vers. 14-15. Os princípios da Livre Investigação e da Fundamentação dos Veredictos são solenemente ensinados em Deuteronômio, cap. 13, vers. 12-14. Esses são alguns fundamentos lecionados em nossa Carta Magna de 1988, que há cinco mil anos já eram prescritos na sociedade judaica. Na esfera civil, é soberbamente encontrada na leitura bíblica a figura civilista da indenização. Dentre os casos existentes, podemos citar a leitura de Êxodo, cap. 22, vers. 2-6. José, o filho favorito de Jacó, que reinou no Egito, talvez tenha inaugurado a prática de pagar alimentos a parentes, conforme vemos em Gênesis, cap. 47, vers. 12. Persistindo na demonstração dos institutos civis, relatamos também a presença do casamento, dos costumes, do divórcio e do pátrio poder, todos esses pertencentes ao livro IV do Código Civil Brasileiro. Na Bíblia, relatados em Gênesis, cap. 2, vers. 22; I Coríntios, cap. 15, vers. 33; Deuteronômio, cap. 24, vers. 1; e Efésios, cap. 6, vers. 1-4, todos de acordo com a ordem de institutos supracitados. Ainda na esfera civil, o Penhor, a Fiança e as dívidas são relatados tais como no art. 1431, CC (Penhor) – Exôdo, cap. 22, vers. 26; art. 818, CC (Fiança) – Provérbios, cap. 11, vers. 15, e as dívidas são tratadas assim como em nosso direito pátrio, não acarretando em prisão. Inserido-se agora na seara penal, podemos descrever, no mínimo, vinte e dois delitos relatados na Bíblia e ainda em vigência nos dias modernos, sem terem sido alcançados pelo “Abolitio Criminis”. São eles: Aborto (Êxodo, cap. 21); Homicídio culposo (Deuteronômio, cap. 22, vers. 8); Assédio sexual (Gênesis, cap. 39, vers. 1-20); Calúnia (Deuteronômio, cap. 22, vers. 13-19); Charlatanismo (Atos, cap. 13, vers. 6-2); Corrupção (Isaías, cap. 1, vers. 21-23); Difamação (salmos, cap. 31, vers. 13); Estupro (Deuteronômio, cap. 22, vers. 23); Extorsão (Ezequiel, cap. 18, vers. 18); Falso testemunho (Êxodo, cap. 20, vers. 16); Furto (Josué, cap. 7, vers. 19-25); Rixa (Provérbios, cap. 22, vers. 10); Roubo (Levítico, cap. 6, vers. 2-4); Sequestro (Êxodo, cap. 21, vers. 16); esses são alguns crimes presentes e puníveis na legislação bíblica. O Direito Tributário aparece com os institutos da Taxa e do Imposto em 2 Reis, Cap. 17, vers. 3, e em Mateus, cap. 22, vers. 21.É inegável a dubiedade dos critérios jurídicos mencionados na Bíblia, ela se perfaz como uma verdadeira constituição do povo de Israel. Nos dizeres do professor Carlos Mesters, “O decálogo e as prescrições jurídicas da Bíblia são como uma verdadeira Constituição”. Feitas essas considerações, não há pensamento claudicante em torno de que a Bíblia é um livro incomensurável e com muitas lições de educação e Direito. O mestre da literatura Joaquim Maria Machado de Assis assim asseverava: “editar obras jurídicas ou educacionais não é muito difícil; a necessidade é grande, a procura, certa”. Talvez seja essa combinação e outras centenas de riquezas que fazem da Bíblia este verdadeiro sucesso de leitura e de vendas.

O Girassol

terça-feira, 8 de julho de 2008




Como pode um Livro assim ser considerado tão perigoso e subversivo por vários governos no mundo?

é porque ele transforma vidas..


A Bíblia continua revolucionando em pleno século 21

INTERNACIONAL - Guerrilheiros e governantes de países comunistas encaram a Bíblia como um livro muito perigoso, subversivo. Por isso ela ainda é proibida na Coréia do Norte, Arábia Saudita e no Irã, entre outras nações. Em países livres como a Alemanha, berço da reforma protestante, ela vem sendo "adaptada". No Brasil, ela corre o risco de ter trechos censurados pelo movimento homossexual.

Mas por que será que a Bíblia incomoda tanto em pleno século 21? Em rápida entrevista, o Irmão André, fundador da Portas Abertas, nos dá a reposta:

Por que em pleno século 21 alguns países ainda tentam claramente proibir, restringir ou censurar a Bíblia?

Irmão André: A Bíblia nos faz novas pessoas e todo sistema religioso ou político no poder teme o momento em que Deus entra na vida de alguém. Porque a partir daí essa pessoa passa a servir a Deus e não mais aos homens.

Em Atos, o apóstolo Pedro disse que devemos obedecer a Deus e não aos homens. De repente as pessoas que estão no poder perdem o controle sobre quem lê a Bíblia.

Apenas por meio desse perigoso livro nos transformamos em pessoas com opinião própria e com convicções inabaláveis, mas estamos sempre fundamentados no amor, na compaixão e sob o comando direto de Deus.

E os cristãos que não vivem em sistemas totalitários? Há alguma forma da Bíblia ser perigosa mesmo quando vivemos em sociedades livres?

Irmão André: Sim. Há ataques contra nós, os cristãos, em relação à leitura da Bíblia. O método é distinto, mas o efeito é o mesmo. Estamos muito ocupados para ler a Bíblia toda.

Vivemos de acordo com algumas passagens ou versículos enquanto devemos nos tornar pessoas que vivem segundo o livro. Devemos ler o livro todo, pelo menos uma vez por ano. Se você achar isso demais, é muito preguiçoso.

Como você pode esperar que Deus o abençoe, o use, o proteja, se é preguiçoso demais para ler o livro dele pelo qual milhares de pessoas perderam a vida?

Os profetas foram mortos por causa dele. Os apóstolos foram mortos por causa dele. Ao longo da história da Igreja, mártires foram mortos por causa da Bíblia. Hoje, pessoas são mortas por causa dela. E nós a guardarmos apenas no armário ou na cômoda da sala aberta no Salmo 23?

“(A Bíblia) é inspirada por Deus e útil ao ensino para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça”
2 Timóteo 3.16


Tradução: Tsuli Narimatsu



Missão Portas Abertas


www.portasabertas.org.br