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sábado, 22 de janeiro de 2011

Exemplo de vida!!!

Acadêmico doa um terço de sua renda e pede que outros sigam exemplo

Posted: 14 Dec 2010 10:26 AM PST


Campanha de Toby Ord pede que pessoas doem pelo menos 10% dos rendimentos para caridade.
Um acadêmico australiano doa cerca de um terço de todos os seus rendimentos como parte de uma campanha para que outras pessoas sigam seu exemplo e contribuam mais com instituições de caridade.
Toby Ord, 31 anos, doou em 2009 10 mil libras (R$ 27 mil) das 25,3 mil libras (cerca de R$ 68 mil) que recebeu de seu empregador, a faculdade de Balliol - integrante da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha.
Além disto, o acadêmico também doou 15 mil libras (R$ 38 mil) de suas economias. O seu objetivo é doar pelo menos 1 milhão de libras (R$ 2,7 milhão) durante sua vida.
Ele deu início a uma campanha chamada Giving What We Can ("Dando o que Nós Podemos", em inglês), na qual pede que cada participante doe pelo menos 10% de suas rendas anuais para caridade.
Um ano depois de ser lançada, a campanha já conseguiu 64 seguidores, com uma arrecadação prevista de 14 milhões de libras (R$ 37,8 milhões).
"Quando eu ganhava 14 mil libras por ano como estudante, descobri que estava entre os 4% de pessoas mais ricas do mundo", disse Ord à BBC.
"Doando 10% disto, vi que eu ainda estaria entre os 5% mais ricos. Assim, enquanto parece impossível viver com menos do que isso, se o seu empregador está disposto a pagar menos do que isso, você ainda assim consegue se virar".

Vida modesta
Com o orçamento limitado pelas doações, Ord e sua mulher, a médica Bernadette Young, vivem em um apartamento de um quarto no centro de Oxford, alugado pela faculdade Balliol.
O repórter da BBC News Magazine Tom Geoghegan afirma que, embora o exterior da casa do casal seja belo e imponente, o interior tem uma decoração modesta, com poucos móveis.
O apartamento não tem aparelho de TV (por opção de Ord), mas é repleto de livros e DVDs. O único luxo aparente são dois computadores MacIntosh. Além disto, o acadêmico também tem um IPhone, que usa para trabalhar.
Dos pouco mais de 2 mil libras (R$ 5,4 mil) que Ord ganha por mês como salário bruto, ele gasta 334 com despesas gerais, 416 com aluguel, economiza 500 e doa mais de 800 para a caridade.
O australiano diz que janta fora de casa uma vez a cada 15 dias. Já para um simples café, ele sai apenas uma vez por semana.
"O que é realmente importante nas nossas vidas é passar tempo juntos, conversar com os nossos melhores amigos, ler belos livros e ouvir belas músicas", diz Ord.
"Nós temos muita sorte de viver em um belo lugar, com várias atividades culturais estimulantes à nossa volta. Com tudo isso, não se pode pedir muito mais."

Programas de caridade
Ord doa seu dinheiro para um programa de controle da esquistossomose e para uma campanha em favor do combate à tuberculose na África e no sul da Ásia.
"Algumas pessoas acham que o mais importante é ajudar as pessoas que estão na pior situação. Eu acho que nem sempre é este o caso. O que é realmente importante é ajudar as pessoas na medida do possível", diz o acadêmico.
"Muitas vezes as pessoas em pior situação são as mais fáceis de ajudar, mas nem sempre."

Notícias Cristãs com informações da BBCBrasil/AE
Não, ele não doou 10% para a Igreja, nem 10% para campanhas para enriquecer, ele doou para a caridade. Quantos de nós cristãos fazemos isso? Achamo que dar o dízimo e as ofertas é o suficiente. Isso é religiosidade, o que esse cara fez é CRISTIANISMO!!!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Os Amish: Uma visita ao século 18 (trecho)


Eles não podem ter carro, telefone ou TV. Seguem uma religião avessa à tecnologia. Mas os amish já começam a empreender. Entenda como seus hábitos antigos ajudam nos negócios.
Daqui a 100 anos, os historiadores que quiserem traçar um retrato fiel de como vivia um americano em 2010 devem passar longe da cidade de Lancaster, no estado da Pensilvânia. Distante 200 quilômetros de Nova York, ela é uma exceção no mundo contemporâneo. No acostamento das pavimentadas rodovias que levam à cidade, charretes passam conduzidas por sujeitos de chapéu preto e barba comprida. O visitante que chega ao centro tem a impressão de entrar no cenário de um filme de época. Além dos barbudos, muitas mulheres usam vestidos pretos e véus que lhes cobrem a cabeça. No ônibus 13, que faz o trajeto entre o centro de Lancaster e a área rural, elas falam e riem de forma discreta. Mas alto o suficiente para se notar que a língua não é o inglês. Se faltava alguma prova contundente de que Lancaster não é um vilarejo do interior americano do século 21, ela está nas placas de grandes redes de varejo, como Walmart e Target, que trazem a indicação “estacionamento para cavalos e buggies”. Lá, meia dúzia de cavalos come feno enquanto seus donos fazem compras.
A impressão de que se entrou num túnel do tempo deve-se às origens de pelo menos 30% das pessoas que vivem na região de Lancaster. Elas pertencem à ordem dos amish, um grupo religioso conservador consolidado no século 18, na Europa, que migrou para os Estados Unidos fugindo de perseguições. Repleto de terras férteis que poderiam lhes garantir o sustento por meio da agricultura, o estado da Pensilvânia foi o primeiro lugar onde os imigrantes aportaram. No início, chegavam em pequenos grupos e não passavam de 3 mil pessoas. Mas tal qual pregam os versos da Bíblia, eles cresceram e se multiplicaram. Os amish formam hoje uma comunidade de 250 mil pessoas, que se distribui ao longo de 27 estados americanos e parte do Canadá. Em Lancaster vive a maior parte: cerca de 60 mil.

CRENÇA E NEGÓCIO
Desde os primeiros imigrantes, os amish dedicaram-se essencialmente à agricultura e à pecuária. Orientados pelas regras do Novo Testamento, eles conseguiram manter um estilo de vida e de trabalho do século 18, com restrições impensáveis para a maioria dos americanos hoje. Nada de energia elétrica, por exemplo, que é proibida dentro de casa. Telefone? Só o público. Veículos motorizados? Apenas carona ou ônibus. Taciturnos, vestem-se de forma simples, sem nenhum acessório que remeta à vaidade, como cinto, trocado pelo suspensório.
Uma transformação radical, porém, está começando a mudar a organização secular dessa comunidade. Todas as regiões onde os amish se encontram começaram a testemunhar o surgimento de uma enxurrada de novos negócios capitaneados por esses religiosos. A responsável pelo movimento é uma nova geração de empreendedores, que está deixando para trás o trabalho no setor primário e passando a montar os próprios negócios. Já são ao todo 9 mil empreendimentos, a metade aberta nos últimos cinco anos. Esse tempo foi suficiente para que a maioria dos amish já não tenha mais a agricultura como principal fonte de renda.
Conhecidos pelo extremo rigor quanto à adoção de novas tendências, os amish estão levando seu modo simples de vida e suas crenças para os negócios que administram – com todas as vantagens e desvantagens que isso possa trazer. Nenhum empresário amish ilustra tão bem o novo cenário quanto Amós Miller, 32 anos. Há cinco anos ele transformou a fazenda do pai na Miller Farm, uma produtora e distribuidora de produtos orgânicos que chega a 26 estados. Mesmo tendo de gerir uma empresa de alcance nacional, Miller não tem carro, não usa telefone celular – e jamais se sentou diante de um computador. Miller também não tem nenhuma educação formal em negócios, já que os amish param de estudar na oitava série. “Não me sinto frustrado por não usar esses meios de comunicação modernos. Meu negócio não é dependente de computadores e eletrônicos, mas de produtos e pessoas”, diz ele.
Esse recente espírito empreendedor está chamando a atenção de estudiosos do mundo da administração. Mesmo lidando com restrições que fariam enlouquecer qualquer executivo que não consegue mais viver sem e-mail, os resultados que os amish obtêm com seus empreendimentos são espantosos: apenas 10% dos negócios fracassam nos cinco primeiros anos de vida. A média americana é cinco vezes maior. Metade dos novos negócios não sobrevive a esse mesmo período.
Mas num contexto econômico que preza a inovação, as novas tecnologias e a comunicação instantânea, como os amish conseguem prosperar? Uma observação mais próxima do modo como essa comunidade vive, se relaciona e gere seus negócios pode dar a resposta.
Nas rodovias de Lancaster, carros andam ao lado de charretes, típico transporte amish.

Notícias Cristãs com informações da Época

domingo, 23 de maio de 2010

Haverá paz no vale para mim (Contando minha vida)

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Oh Well, I'm tired and so weary, But I must go alone
Till the Lord comes and calls, calls me away, oh yes
Well the morning's so bright, and the lamp is alight
And the night, night is black as the sea, oh yes...
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Neste momento, eu escrevo solitário, meus pais estão no Rio, eu mudei para uma nova casa em Valença e ando refletindo muito na letra desta música, Peace in the Valley escrita por Thomas A. Dorsey em 1939 e gravada pela voz de Elvis Presley.
Na caminha da cristã, muitas reviravoltas podem acontecer. Nada é previsível para um cristão e devemos nos acostumar com as surpresas e peças que a vida nos prega. Como Jesus já disse a vida cristã é como vento, não se sabe de onde veio e nem para onde vai. Porém devemos ser guiados por Cristo.
Viver um deserto não é fácil para ninguém, passar pelo vale também não. A vida aqui na terra e baseada em sofrimentos, e Cristo mesmo já disse que "no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo"
Fomos perseguidos de tal forma aqui em Valença que tiraram o meu pai da igreja, muitos que estavam do nosso lado(aparentemente) nos traíram. Dos diversos cargos que eu tinha na antiga igreja, agora já não tenho mais nenhum, e também estou sem uma igreja física para frequentar. Tudo por causa do ódio e da maldade do ser humano, egoísta que só pensa em si, não tem Deus em seu coração. Como disse Jesus uma vez e como afirma a música da banda Katsbarnea: "Ser humano deixa de ser Sepulcro Caiado!!!"
Sepulcro caiado é aquela pessoa que por fora está bem arrumada, aparenta ser alguém bom, com sua forma de ser pode até enganar os outros, mas por dentro é podre e fedorenta. A Deus você não engana.
Enfim, agora, cansado e um tanto confuso, ando pelo vale, esperando a orientação de Deus, e reorientando meus pensamentos, sentimentos e minha forma de ser, para entender a mão de Deus nisto tudo. Nada está claro, não sei o dia de amanhã, não sei o que pode acontecer daqui pra frente, apenas tento esperar no Senhor, anular a ansiedade e prosseguir. Como diz o salmista, preciso fazer calar e sossegar a minha alma como uma criança desmamada no colo de sua mãe.
Na hora de você andar pelo vale, por mais que tenha alguém ao seu lado, você atravessa o vale sozinho. E como diz o refrão da música:
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There will be peace in the valley for me, some day
There will be peace in the valey for me, oh Lord I pray
There will be no sadness, no sorrow, no trouble, trouble I see
There will be peace in the valley for me, for me.
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segunda-feira, 5 de abril de 2010

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"Eu preferiria ensinar um homem a orar do que dez homens a
pregar."
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(Charles Spurgeon)
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Eu sei que Ele me salvou

O Exército da Salvação promoveu vários encontros em Birmningham, Inglaterra. Em uma dessas reuniões, um dos piores homens do lugar abriu o coração para Jesus, mostrando logo os frutos de uma vida transformada. Não demorou muito e seus velhos amigos, companheiros do mal, começaram a escarnecer dele. Um dia, o homem foi cercado pelos amigos e houve a seguinte conversa: "Você diz que agora é um cristão, certo? Então nos diga quem era o pai de Jesus Cristo?" "Eu
não sei". "Quem era Sua mãe?" "Eu não sei". "Quando Ele viveu?" "Eu não sei". "Quantos anos Ele tinha quando morreu?" "Eu não sei". "Como Ele morreu ?" "eu não sei".
"Bem, você é um belo cristão; você não sabe quem era o pai de Jesus, ou quem era sua mãe, ou quando Ele viveu, ou quando Ele morreu, ou como Ele morreu. O que você sabe?"
Então, o inculto mas, genuíno homem cristão, ergueu sua cabeça e, olhando no rosto daqueles que o insultavam, respondeu:
"eu sei que Ele me salvou."

quinta-feira, 1 de abril de 2010

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"O homem que conseguir mobilizar um cristão a ir a igreja
para orar fará a maior contribuição para a história da
evangelização do mundo."
(Andrew Murray)
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

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Um jovem advogado, incrédulo, proclamava com alarido que estava rumando para o oeste, a fim de encontrar um lugar onde não houvesse nenhuma igreja, nem escola bíblica, nem Bíblias. Antes do final do ano, ele escreveu a um advogado amigo, um jovem ministro, implorando que fosse ao seu encontro para começar uma classe de Escola Bíblica e um local de pregação. Pediu também que não esquecesse de levar muitas Bíblias. Ao encerrar sua carta, o advogado disse:
"eu estou agora seguro de que um lugar sem cristãos, sem igreja, sem escolas bíblicas e sem Bíblias, é como um inferno para qualquer pessoa que ali viva."
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sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Em uma rua próxima ao centro da cidade havia um homem todo machucado e quase sem vida jogado ao relento necessitando de ajuda...

1° passa o pastor e olhando o estado daquele homem pensa: “não posso parar para ajudá-lo, pois tenho que ir pregar na igreja e já estou atrasado, e minha pregação pode ganhar mais pessoas para Deus.”
2° passa o presbítero e olhando para o mesmo homem pensa: “não posso parar para ajudá-lo, pois hoje é dia de santa ceia e tenho que ajudar os outros presbíteros…”

3° passa o diácono e olhando para o homem todo machucado pensa: “não posso parar para ajudá-lo, pois já estou atrasado e tenho que abrir a igreja, para o pastor poder pregar a palavra e o presbítero servir a ceia…”

4° passa um travesti e olhando para o mesmo homem ferido no chão e pensa: “nossa hoje foi um dia maravilhoso! Fiz um programa e ganhei 800 reais vou levar esse cara machucado pro hospital!”
Chegando lá ele dá os 800 reais para o tratamento do cara machucado e diz a recepcionista: “meu bem tome esses 800 reais pra cuidar desse cara e se precisar de mais alguma coisa desconta no meu cartão de credito!”
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Pergunta: quem cumpriu o chamado de Deus?
Fonte: SOLOMON

sexta-feira, 1 de maio de 2009

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Uma senhora, conversando com sua vizinha, uma mulher dedicada a Deus e à oração, reclamou o fato de Deus não atender às suas súplicas. "Eu procuro, às vezes, falar com Deus. Conto-Lhe sobre minhas angústias e a frustração pelas respostas que nunca chegam". A vizinha, falou algo bem baixo e a mulher não entendeu. "O que a senhora disse?" A vizinha repetiu mas a mulher também não conseguiu ouvir o que dizia. Resolveu sair de seu portão e aproximar-se do portão dela e, então, pôde compreender o que havia falado duas vezes: "Deus fala claramente, mas só podemos ouvi-Lo bem se estivermos bem próximos a Ele".
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Paulo Barbosa

quinta-feira, 26 de março de 2009

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Alguns amigos estavam reunidos em determinada cidade para um evento especial. Durante a noite, resolveram fazer uma brincadeira com um deles. Enquanto este dormia, passaram suavemente uma pasta de queijo de cheiro muito forte no bigode dele. Ele acordou uma hora mais tarde e disse: "Este quarto está com um terrível mau cheiro!" Ele caminhou pelo corredor e tornou a dizer: "Este corredor também está com mau cheiro!" Ele caminhou dentro da sala de visitas e mais uma vez falou: "Esta sala está fedendo!" Então, perplexo e desejando saber de onde vinha o cheiro, ele resolveu caminhar pelo lado de fora e lá exclamou: "O mundo inteiro está fedendo!" E o problema estava bem debaixo do seu nariz-- exatamente como o pecado em nossas vidas.
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Paulo Barbosa - Ministério Para Refletir

segunda-feira, 23 de março de 2009

Mensagens que edificam

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Dois pregadores galeses estavam viajando juntos para uma reunião especial. Um deles, percebendo que o outro tinha um esboço pronto de seu sermão, advertiu: "Você não pode levar fogo em um pedaço de papel". "É verdade", respondeu o outro," mas você pode usar papel para começar um fogo."
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Paulo Barbosa

Mensagens que edificam

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Há alguns anos, o governo comunista da China mandou um escritor escrever uma biografia do missionário Hudson Taylor com o objetivo de torcer os fatos e provocar descrédito no seu trabalho. Enquanto o autor fazia a sua pesquisa, ficou bastante impressionado com o caráter santo e a vida dedicada de Taylor, concluindo que sua tarefa seria demasiadamente difícil de executar. Mesmo sabendo que estaria arriscando sua vida, colocou de lado sua caneta, abandonou o ateísmo e recebeu o Senhor Jesus como seu Salvador pessoal.
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"Pelo que estes homens disseram: Nunca acharemos ocasião alguma contra este Daniel, a menos que a procuremos no que diz respeito a lei do seu Deus" (Daniel 6:5).
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Paulo Barbosa

sexta-feira, 20 de março de 2009

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Um religioso declarou: "Nos primeiros cinco anos de meu ministério, eu mantive um quadro em minha escrivaninha que dizia: 'Ganhe o Mundo para Cristo'. Nos cinco anos seguintes de meu ministério, eu troquei o quadro para: 'Ganhe Um ou Dois para Cristo'. Depois dos primeiros dez anos, o quadro em minha escrivaninha, até hoje, diz: 'Tente não perder Muitos."
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"Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; e se não, brevemente virei a ti, e removerei do seu lugar o teu candeeiro" (Apocalipse 2:4, 5).
Paulo Barbosa

quarta-feira, 18 de março de 2009

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O erudito escocês, William Barclay, compartilhou a história de um missionário que foi enviado a um vilarejo na Índia para proclamar o nome de Jesus. Após expor a Palavra de Deus, o missionário apresentou uma sequência de slides, projetados em uma parede caiada que servia de tela. Quando uma figura de Cristo pregado na cruz apareceu, um dos homens presentes jogou-se aos pés da figura e exclamou:
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"Desça dessa cruz, Filho de Deus. Eu, não você, deveria estar pregado nela!"
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Esse homem tinha toda a razão..
Conta-se uma história maravilhosa de um homem que uma vez ficou diante de Deus com seu coração quebrantado pela dor e injustiça no mundo. "Deus querido", ele clamou, "olhe para todo o sofrimento, angústia e aflição no mundo que criaste. Por que não envia ajuda?" Deus respondeu, "Eu enviei ajuda. Eu enviei você."

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008



Um homem, certa vez, perguntou a D. L. Moody: "Agora que sou

convertido, devo abandonar o mundo?" Moody respondeu: "Não,
você não precisa abandonar o mundo. Se o seu testemunho do
Filho de Deus for forte e marcante, o mundo mesmo o
abandonará. Ele não desejará ter você por perto."



sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

O Dia de olhar pra trás

O dia de olhar pra trás

por: Tonho

Tonho
Recentemente assisti um filme legal chamado Confissões De Uma Mente Perigosa [1]. Ele é baseado na vida e lendas que giram em volta de Chuck Barris, o cara que inventou o Show de Calouros. No final do filme, o próprio Chuck Barris diz:

"Sabe, recentemente tive uma idéia pra um novo game show. Se chama O Velho Jogo. Você tem três caras velhos com pistolas carregadas no palco. Eles olham para suas vidas, vêem o que eram, o que conquistaram, quão perto eles chegaram de alcançarem seus sonhos. O vencedor é aquele que não colocar uma bala na cabeça. Ele ganha uma geladeira."

Desde criança comecei a pensar nessas fitas. "Quando ficar velho e olhar pra trás, o que vou ver?" Depois, cristão, a pergunta ficou mais pertinente. "O que vou apresentar pra Deus naquele dia?"

Alívios religiosos
Kardecistas e adeptos de algumas outras religiões tentam amenizar a primeira pergunta dizendo que temos muitas encarnações. Assim, não fica tããão ruim se fizermos várias besteiras numa vida, pois sempre teremos outra chance. Isso nunca me convenceu.

Muitos protestantes tentam aliviar a segunda pergunta com um conceito fariseu de graça. Pra eles não importa muito o que fazemos nessa terra, contanto que pertençamos à crença certa, podemos ficar tranquilos em relação ao dia do juízo. Isso me convenceu até eu ler a Bíblia.

Desculpas pra pipoca
O fato é que olhando pras pessoas, realmente são poucas aquelas que podem olhar pra trás e dizer: realizei meus sonhos de juventude. A maioria das pessoas olham pra trás e tentam se convencer do por quê foi melhor ter acabado assim.

Eu não sou tão velho (27 anos) e já vejo que grande parte dos meus colegas deixaram seus sonhos de juventude. Pensando nos cristãos, foram quase todos. Tinha muitos amigos que desejavam dedicar suas vidas ao Evangelho. Sonhavam em ser pastores, profetas, missionários, ter bandas evangelistas, etc. A esmagadora maioria acabou se conformando com aquilo o que o destino trouxe. Depois arrumaram uma justificativa pra explicarem porque foi melhor assim.

Os que se desculpam normalmente dizem pra si mesmos que eram irrealistas. Acho que aí mora parte da verdade. Não que sonhamos coisas irreais quando somos jovens, mas não calculamos realisticamente o preço que teremos que pagar para alcançá-las. Romantizamos a caminhada e, quando o desafio vem, ele nos surpreende e pipocamos. Daí, depois de um tombo, muitos optam por arrumar uma desculpa pra ficar no chão ao invés de se levantar e tentar de novo.

Marcos da derrota
Mas o desvio do propósito inicial não se dá do dia pra noite. A pipocada pode ter momentos marcantes. Fazer uma viagem ou faculdade, aceitar um emprego ou um pedido de casamento. Porém, o comprometimendo é gradual. Num primeiro momento a pessoa diz pra si mesma: "Vou fazer isso, mas nada vai mudar". Mentira. Aos poucos ela vai cedendo aqui e ali. Quando vê já está tendo que arrumar explicações pra se convencer de seus atos.

Aliás, esse é um bom sinal pra você identificar que cedeu. Quando você está tendo que dar muita explicação daquilo que está fazendo, algo não está na linha. Se você tá caminhando o estreito, justificativas nem lhe cruzam a mente. Na cabeça só tem espaço para aquela satisfação que só tem quem carrega a convicção de estar buscando o excelente.

O inevitável dia de olhar pra trás
Sempre tive medo (temor) de levar uma vida onde eu tenha que pensar nessas desculpas pra conviver com minha consciência. O Velho Jogo vai rolar um dia e vai ser mais punk do que a descrição do cara. Estaremos diante do Trono Divino, teremos que olhar pra nossas vidas e falar daquilo que fizemos e daquilo que não fizemos porque nos acovardamos. Naquele dia, será que você vai querer ter uma pistola carregada?

[1] Confessions Of A Dangerous Mind
EUA/Canadá/Alemanha, 2002
Direção: George Clooney
Roteiro: Charlie Kaufman
Elenco: Sam Rockwell, Drew Barrymore, Julia Roberts, George Clooney, Rutger Hauer
Duração: 113 min.
Site: http://www.imdb.com/title/tt0290538/

Retirado originalmente do site: www.underground.org.br

Chacoalhada !

Ontem quando meu amigo Johnatan me passou esse texto sobre os dois jovens Moravianos, eu fiquei profundamente tocado..sério mesmo. Aquilo chacoalhou completamente minha vida..eu fiquei revoltado comigo mesmo..com raiva mesmo de mim.
Eu perguntei pro John, pq éramos crentes tão ruins assim..?

Por que, nós não nos entregamos mais a Cristo, mesmo recebendo tão grandes coisas, tanto da sua presença, tanto das suas bençãos..

Ontem, eu e ele resolvemos nos entregar à Cristo completamente e verdadeiramente, e Deus recebeu isso como oferta suave.
Muitos vivem um evangelho superficial. Vivem do testemunho de terceiros.. Eu já fui assim, Glória a Deus, isso já está mudando!
Muitos estão dentro das igrejas, e não são crentes, não são salvos.. HEY! Acorda! Se você é assim, e sabe que ainda não teve esse encontro com Cristo que todos Tanto falam, você vai pro INFERNO..não adianta ser da Igreja, seu pai ser Pastor, missionário, presbítero..Não, isso NÃO VAI TE SALVAR!!!
Sei que estou pegando pesado, mas o Diabo não pega Leve com a sua Vida! Ele quer que você sonhe consigo mesmo, em que você vai ficar rico, vai ser "próspero", vai ter Seus sonhos realizados..tudo EU, EU EU.. Já perguntou se você quer realizar os sonhos de Jesus pra você?
Já parou pra perceber que como Deus diz ao profeta: "Os meus pensamentos não são os seus pensamentos e os meus caminhos não são os seus caminhos"

Faça você isso também, PARE de viver pra si Mesmo, viva pra Deus!!! Lembre do "Dia de olhar pra trás". Quando Jesus olhar as suas obras, o que você terá para entregar pra ele? O que você terá em suas mãos?

Enfim, é isso..graça e Paz!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Moravianos

Quero compartilhar algo que feriu meu coração essa tarde...

Iniciado em Hernhut, Alemanha no século 18, o movimento de oração continua (24 horas) chamado Moravianos durou por quase 100 anos, e eles não oravam por aquilo que não estavam dispostos a ser a resposta.
Dois jovens Moravianos, de 20 anos ouviram sobre uma ilha no Leste da India cujo dono era um Britânico agricultor e ateu, este tinha tomado das florestas da África mais de 2000 pessoas e feito delas seus escravos, essas pessoas iriam viver e morrer sem nunca ouvirem falar de Cristo.
Esses joves fizeram contato com o dono da ilha e perguntaram se poderiam ir para lá como missionários, a resposta do dono foi imediata: " Nenhum pregador e nenhum clerico chegaria a essa ilha para falar sobre essa coisa sem sentido". Então eles voltaram a orar e fizeram uma nova proposta: "E se fossemos a sua ilha como seus escravos para sempre?", o homem disse que aceitaria, mas não pagaria nem mesmo o tranposte deles. Então os jovens usaram o valor de sua propria venda para custiar sua viagem.
No dia que estavam no porto se despedindo do grupo de oração e de suas familias o choro de todos era intenso, pois sabiam que nunca mais veriam aqueles irmãos tão queridos, quando o navio tomou certa distância eles dois se abraçaram e gritaram suas ultimas palavras que foram ouvidas:

"QUE O CORDEIRO QUE FOI IMOLADO RECEBA A RECOMPENSA DO SEU SOFRIMENTO".