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sábado, 22 de janeiro de 2011

Exemplo de vida!!!

Acadêmico doa um terço de sua renda e pede que outros sigam exemplo

Posted: 14 Dec 2010 10:26 AM PST


Campanha de Toby Ord pede que pessoas doem pelo menos 10% dos rendimentos para caridade.
Um acadêmico australiano doa cerca de um terço de todos os seus rendimentos como parte de uma campanha para que outras pessoas sigam seu exemplo e contribuam mais com instituições de caridade.
Toby Ord, 31 anos, doou em 2009 10 mil libras (R$ 27 mil) das 25,3 mil libras (cerca de R$ 68 mil) que recebeu de seu empregador, a faculdade de Balliol - integrante da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha.
Além disto, o acadêmico também doou 15 mil libras (R$ 38 mil) de suas economias. O seu objetivo é doar pelo menos 1 milhão de libras (R$ 2,7 milhão) durante sua vida.
Ele deu início a uma campanha chamada Giving What We Can ("Dando o que Nós Podemos", em inglês), na qual pede que cada participante doe pelo menos 10% de suas rendas anuais para caridade.
Um ano depois de ser lançada, a campanha já conseguiu 64 seguidores, com uma arrecadação prevista de 14 milhões de libras (R$ 37,8 milhões).
"Quando eu ganhava 14 mil libras por ano como estudante, descobri que estava entre os 4% de pessoas mais ricas do mundo", disse Ord à BBC.
"Doando 10% disto, vi que eu ainda estaria entre os 5% mais ricos. Assim, enquanto parece impossível viver com menos do que isso, se o seu empregador está disposto a pagar menos do que isso, você ainda assim consegue se virar".

Vida modesta
Com o orçamento limitado pelas doações, Ord e sua mulher, a médica Bernadette Young, vivem em um apartamento de um quarto no centro de Oxford, alugado pela faculdade Balliol.
O repórter da BBC News Magazine Tom Geoghegan afirma que, embora o exterior da casa do casal seja belo e imponente, o interior tem uma decoração modesta, com poucos móveis.
O apartamento não tem aparelho de TV (por opção de Ord), mas é repleto de livros e DVDs. O único luxo aparente são dois computadores MacIntosh. Além disto, o acadêmico também tem um IPhone, que usa para trabalhar.
Dos pouco mais de 2 mil libras (R$ 5,4 mil) que Ord ganha por mês como salário bruto, ele gasta 334 com despesas gerais, 416 com aluguel, economiza 500 e doa mais de 800 para a caridade.
O australiano diz que janta fora de casa uma vez a cada 15 dias. Já para um simples café, ele sai apenas uma vez por semana.
"O que é realmente importante nas nossas vidas é passar tempo juntos, conversar com os nossos melhores amigos, ler belos livros e ouvir belas músicas", diz Ord.
"Nós temos muita sorte de viver em um belo lugar, com várias atividades culturais estimulantes à nossa volta. Com tudo isso, não se pode pedir muito mais."

Programas de caridade
Ord doa seu dinheiro para um programa de controle da esquistossomose e para uma campanha em favor do combate à tuberculose na África e no sul da Ásia.
"Algumas pessoas acham que o mais importante é ajudar as pessoas que estão na pior situação. Eu acho que nem sempre é este o caso. O que é realmente importante é ajudar as pessoas na medida do possível", diz o acadêmico.
"Muitas vezes as pessoas em pior situação são as mais fáceis de ajudar, mas nem sempre."

Notícias Cristãs com informações da BBCBrasil/AE
Não, ele não doou 10% para a Igreja, nem 10% para campanhas para enriquecer, ele doou para a caridade. Quantos de nós cristãos fazemos isso? Achamo que dar o dízimo e as ofertas é o suficiente. Isso é religiosidade, o que esse cara fez é CRISTIANISMO!!!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Pequena Missionária

Anos atrás, quando Robert Moffat estava na África, viajou para uma localidade bem distante no interior. Certo dia ele chegou junto a uma árvore onde havia uma tábua fixada. Nela estava escrito que havia uma escola cristã em uma aldeia próxima. Bastante surpreso por acreditar ser o primeiro homem branco naquela parte da África, dirigiu-se à aldeia. Aproximando-se do local, encontrou uma pequena menina de cerca de doze anos de idade, a quem disse: "Eu vi uma tábua em uma árvore onde pude ler que havia uma escola cristã aqui nesta aldeia. Poderia me levar até o professor?

" A menina abaixou a lustrosa cabeça sem responder. "Você conhece o professor?" perguntou ele. Ela acenou que sim com a cabeça."Bem, quem é o professor?" insistiu ele. Levantando então a cabeça, timidamente, ela respondeu: "Eu sou a professora". Moffat descobriu que a pequena menina tinha sido levada, certa vez, para uma tribo distante, onde ela ouviu um missionário falar às pessoas sobre o amor de Jesus e havia se tornado, a partir daquele momento, a primeira missionária para sua tribo.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009